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Bahia

Carro bate em moto de entrega de gás na Av. Garibaldi e deixa o trânsito lento

Não houve feridos. Caso ocorreu perto do monumento Clériston Andrade, sentido Lucaia, em Salvador. Acidente ocorreu na Avenida Garibaldi, sentido Lucaia Júlio César/ TV Bahia Um acidente entre um carro de passeio e uma moto de entrega de gás deixou o trânsito lento na Avenida Garibaldi, em Salvador, na tarde desta segunda-feira (23). Não houve feridos. De acordo com a Transalvador, a batida ocorreu por volta das 16h20, perto do monumento Clériston Andrade, sentido Lucaia. Conforme o órgão de trânsito, a lentidão chegou a refletir na Avenida Miguel Calmon, no Vale do Canela, e durou cerca de 20 minutos. Por volta das 16h40, os carros envolvidos na colisão já tinham sido retirados do local e, segundo a Transalvador, o tráfego fluia normalmente. Até por volta das 17h, órgão de trânsito havia registrado 6 acidentes, com 6 feridos na capital baiana.

Paciente do Dr. Bumbum no Rio faz cirurgia para corrigir procedimento e relata ameaças

Jovem carioca está internada após fazer cirurgia na manhã desta segunda-feira para corrigir o procedimento. Em Salvador, mulher pagou R$ 22 mil para fazer aplicação nos glúteos. Pacientes de vários estados denunciam erros após procedimentos estéticos do "Dr. Bumbum" Pacientes de vários estados estão denunciando erros nos procedimentos estéticos realizados pelo médico Denis Furtado, o Dr. Bumbum, como mostrou reportagem do Jornal Hoje. O médico e a mãe, além de duas funcionárias, são apontados como responsáveis pela morte da bancária Lilian Calixto, dia 15 de julho. Uma jovem do Rio de Janeiro, que não quis se identificar, fez uma cirurgia de correção na manhã desta segunda-feira (23) e continua internada em um hospital. Segundo ela, a intervenção com o médico Denis Furtado aconteceu em setembro do ano passado. Em entrevista ao Jornal Hoje ela faz um desabafo. ?A pessoa está com uma bomba-relógio dentro dela. A tirada do produto é muito difícil.? Segundo a paciente, no apartamento da Barra da Tijuca faltavam condições básicas. Ela contou que não tinha luva cirúrgica e que eles tiveram que ir na rua comprar. ?Quando eu levantei da maca, eu já vi que eu estava deformada. Falei: 'Doutor, como eu posso ficar assim?' Ele falou que era assim mesmo, que era porque eu tinha acabado de fazer?, lembra a jovem A jovem diz que, depois, procurou Denis, mas não recebeu nenhuma assistência. Ela, então, resolveu desabafar numa rede social. A atitude teria irritado o médico, que passou a intimidá-la e chegou a lhe enviar uma notificação extrajudicial. Ele a ameaçava com um processo por calúnia, difamação e injúria, e exigia que se retratasse nas redes sociais para não cobrar uma indenização de R$ 200 mil. Ela disse que não cedeu e não foi processada. O médico Denis Cesar Barros Furtado, o Dr. Bumbum, é escoltado pela polícia após sua prisão no Rio de Janeiro Leo Correa/AP Em Salvador, uma outra mulher diz que pagou R$ 22 mil para aplicar 800 ml de PMMA nos glúteos. Quando voltou para casa, ela percebeu que uma nádega estava menor do que a outra. Ela conta que reclamou com o médico e foi ameaçada. ?Ele me ameaçou dizendo que era uma calúnia, que eu estava difamando ele, que eu tinha que fazer uma retratação pública?, emenda. Ela relata ainda que assim que o procedimento acabou ela passou muito mal. "Minha pressão caiu muito. Quando cheguei ao aeroporto, eu não conseguia andar de tanta dor?, lembra. Mãe do Dr. Bumbum tinha histórico de ameaças contra o ex-namorado assassinado As aplicações nas duas pacientes foram feitas por Denis no mesmo apartamento, na Barra da Tijuca, onde a bancária Lilian Calixto fez o procedimento estético e acabou morrendo. No local, os policiais encontraram medicamentos e macas portáteis. Fuga e improvisação Veja imagens da cobertura onde Dr. Bumbum realizava atendimentos Neste domingo (22), o Fantástico mostrou com exclusividade as imagens da fuga de Denis. Ele acelerou em marcha a ré e avançou sobre uma cancela. A reportagem também conversou com o taxista que levou Lilian à casa do médico. Ele só foi preso quatro dias depois. A mãe dele, a ex-médica Maria de Fátima Furtado, também foi para cadeia, assim como a namorada dele, Renata Cirne. Taxista troca mensagem com a bancária Lilian Calixto Reprodução/TV Globo O motorista, testemunha-chave do crime, mostrou ao Fantástico a conversa no WhatsApp com Lilian, provando os horários da sua versão. Denis apresentou outra cronologia. ?O cara tem mais de meio milhão de seguidores, então você acredita que a pessoa é de confiança...?, diz a paciente do Rio. Initial plugin text

Paulinho da Viola se apresenta com a filha no Teatro Castro Alves, em Salvador

Ingressos custam entre R$ 60 e R$ 180 e já estão à venda na bilheteria do TCA, SAC's dos Shoppings Barra e Bela Vista e através do site Ingresso Rápido. Paulinho da Viola se apresenta com a filha Beatriz Rabello no Teatro Castro Alves, em Salvador Divulgação O cantor Paulinho da Viola se apresenta com a filha, Beatriz Rabello, na sala principal do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, no dia 10 de agosto. Os ingressos para o show custam entre R$ 60 (meia) e R$ 180 (inteira), e já estão à venda na bilheteria do TCA, SAC's dos shoppings Barra e Bela Vista e através do site Ingresso Rápido. A apresentação está prevista para começar às 21h. O show vai contar com uma nova concepção, um ?bloco de salão?, onde pai e filha celebram o amor pela música, pelo samba, pela festa popular, pela alegria contagiante do carnaval. No repertório, uma mistura de canções do próprio Paulinho como ?Timoneiro?, ?Foi um Rio que passou em minha vida?, Pecado Capital?, ?Eu Canto Samba?, ?Coração Leviano?, ?Cenários? e composições de Maria Vasco, D. Ivone Lara, Jorge Aragão, Douglas Germano e André da Mata, fazendo um carnaval que aproxima tradição e modernidade. Paulinho e Beatriz serão acompanhados pelo grupo Mulato Velho: Fernando Brandão (cavaquinho), Rogério Souza (violão), João Faria (baixo), Flavio Santos (bateria), Daniel Karin (percussão), Felipe Tauil (percussão), Whatson Cardoso (sopros) e Dudu Oliveira (sopros). Paulinho da Viola O portelense, cujo envolvimento com o carnaval já é conhecido do público há décadas, deixou-se levar pela concepção artística do trabalho do Bloco do Amor, música-título composta por ele para o disco de sua filha Beatriz Rabello. E para esse show, ele fantasiou um bloco carnavalesco onde se canta o amor, as alegrias e tristezas dos encontros e desencontros amorosos. Paulinho e Beatriz têm a mesma visão romântica da folia: ambos são fascinados por essa festa - a urgência das multidões em expressar alegrias e purgar tristezas, a sedução das fantasias, a espontaneidade das brincadeiras, a suspensão temporária dos sofrimentos. A vitória da felicidade, mesmo que só por alguns poucos dias. Essa afinidade de sentimentos pelo carnaval fez Paulinho envolver-se de corpo, alma e coração com o trabalho de Beatriz, e agora, eles sobem juntos ao palco para apresentar o Bloco do Amor ao público do Nordeste. SERVIÇO O que: Paulinho da Viola apresenta Beatriz Rabello e o Bloco do Amor Quando: 10 de agosto (sexta-feira) Onde: Teatro Castro Alves - Sala principal Horário: 21h Classificação: 16 anos Informações: (71) 3003-0595 Vendas: bilheteria do TCA, SAC's dos shoppings Barra e Bela Vista e através do site Ingresso Rápido. Valores: Filas A a P (R$ 180 inteira/R$ 90 meia); Q a Z6 (R$ 150/ R$ 75) e Z7 a Z11 (R$ 120/ R$ 60)

Claudette Soares e Ayrton Montarroyos se apresentam em Salvador com o show 'E então'

Apresentações serão nos dias 27 e 28 de julho, às 20h30. Ingresso custa R$ 100. Ayrton Montarroyos e Claudette Soares Divulgação / Thiago Marques Luiz Os cantores Claudette Soares e Ayrton Montarroyos trazem para Salvador, nos dias 27 e 28 de julho, às 20h30, o show "E Então". As apresentações serão no Café-Teatro Rubi, Wish Hotel da Bahia, localizado no bairro do Campo Grande, em Salvador. Claudette, um ícone da Bossa Nova, que completou recentemente 80 anos, acabou de lançar o álbum "Canção de Amor", inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, "A Noite do Meu Bem", que conta histórias do samba-canção. Montarroyos, com 22 anos, lançou, em 2017, o primeiro disco depois de ter ficado conhecido em todo o Brasil como finalista do "The Voice Brasil", programa da Rede Globo. A ideia do encontro nasceu depois de uma apresentação na TV em que os artistas homenagearam Dalva de Oliveira, na ocasião do centenário da artista, em 2017. O que parecia ser um encontro inusitado, se transformou em uma parceria. O show passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos como "De Tanto Amor" (Roberto e Erasmo Carlos) e "Hoje"? (Taiguara). O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinícius de Moraes e Baden Powell (Samba e Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui Nem Jiló). SERVIÇO Claudette Soares e Ayrton Montarroyos ? show E Então Quando: 27 e 28/7/18 (sexta e sábado) Horário: 20h30 Onde: Café-Teatro Rubi - Wish Hotel da Bahia, Campo Grande Quanto: Couvert artístico ? R$ 100

Tecnologia

Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário

Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.

Golpistas distribuem extensões falsas do Chrome no Facebook

A empresa de segurança Radware revelou que golpistas publicaram links no Facebook para disseminar extensões maliciosas para o navegador Google Chrome, do Google. Os links publicados no Facebook pelos usuários infectados levam uma página falsa que copia a aparência do YouTube, mas exige -- falsamente -- a instalação de uma extensão para reproduzir o vídeo.Segundo a Radware, foram infectadas 100 mil pessoas em 100 países diferentes. Os três países mais infectados eram as Filipinas, Venezuela e Equador. Juntos, os três eram responsáveis por 75% das contaminações.Pedido de instalação de extensão do Chrome sobre site com aparência copiada do YouTube (Foto: Radware)O Chrome só permite a instalação de extensões cadastradas na Web Store, que é mantida pelo próprio Google. Para conseguir listar as extensões maliciosas na loja, os golpistas copiaram extensões legítimas e injetaram um código extra, dando a aparência de uma extensão verdadeira. O nome do golpe, que a Radware batizou de "Nigelthorn", é baseado na Nigelify, uma extensão legítima para o Chrome que foi copiada pelos criminosos.Uma vez instalada, a extensão é capaz de realizar várias atividades, incluindo:- Roubar senhas de acesso ao Facebook/Instagram;- Publicar e enviar mensagens no Facebook/Instagram (o que é usado para atrair novas vítimas);- Mineração de criptomoeda, o que gera lucro para os invasores;- "Assistir" a vídeos no YouTube (de forma invisível) ou inscrever a vítima em canais sem autorização;- Redirecionar o navegador para abrir páginas específicas.As extensões maliciosas já foram removidas da Chrome Web Store, mas internautas devem ter cuidado ao instalar qualquer extensão do Chrome, especialmente quando o pedido da instalação vier de sites fora da Web Store.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeMilhões de internautas baixam falso bloqueador de anúnciosDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Certificado digital do Banco Inter é revogado após chave vazar na web

Um certificado digital do Banco Inter, acompanhado da respectiva chave privada, foi publicado em um site na web e posteriormente revogado, segundo apuração do blog Segurança Digital. O banco Inter é o mesmo que está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal após uma reportagem do site de tecnologia "TecMundo" afirmar que dados de vários correntistas da instituição foram obtidos em um possível ataque cibernético realizado por um invasor que teria tentado extorquir o banco cobrando um "resgate".O certificado digital por si não é capaz de provar que o ataque e o vazamento de dados ocorreram, mas esse certificado é parte da tecnologia responsável por proteger a comunicação dos correntistas do banco com o site da instituição (bancointer.com.br). Mesmo que um ataque não tenha ocorrido, ou que o ninguém tenha usado a chave para atacar clientes do banco, o caso levanta questões sobre as práticas de segurança da instituição financeira, pois, como é um dado sigiloso, essa chave não deveria ter sido exposta.SAIBA MAISBanco Inter: MP do DF apura suposto vazamento de dados de 300 mil clientesEm comunicado ao blog Segurança Digital, o Banco Inter reiterou que "não houve comprometimento da sua estrutura de segurança" e não comentou o vazamento e a revogação das chaves. Além do certificado vazado encontrado pelo blog, pelo menos outros dois certificados digitais do banco (um de 13 de abril de 2018 e outro de 26 de março de 2018) foram revogados. Dados no site da Comodo: certificado do Banco Inter de 18 de agosto foi revogado com motivo de 'chave comprometida' (keyCompromise). (Foto: Reprodução)Revogação ocorreu por 'chave comprometida'A norma de certificação digital na web estabelece 11 possíveis razões (numeradas de 0 a 10) para a revogação de um certificado. Entre as possíveis razões estão a de "motivo não especificado" (nº 0) e "certificado substituído" (nº 4). A justificativa de "chave comprometida" (nº 1), que consta para a revogação dos certificados do Banco Inter, é a mais específica sobre uma chave vazada, excluindo a possibilidade de outros problemas técnicos ou falhas nas empresas que concedem os certificados. Os certificados revogados são de duas empresas diferentes: GoDaddy e DigiCert.A autenticidade de um dos certificados, ao qual o blog Segurança Digital teve acesso, foi verificada através de uma propriedade matemática que pode ser conferida com registros públicos, sem a necessidade de testes on-line. Segundo o CRT.SH, um site da empresa de segurança Comodo que registra a utilização de certificados digitais com dados públicos, o certificado publicado na web estava em uso em 14 de outubro de 2017. Ele foi emitido em 18 de agosto de 2017 e seria válido até o mesmo dia de 2019, mas foi revogado no fim da sexta-feira (11).Veja aqui o certificado do Banco Inter no site da Comodo.Revogação de certificadoO site principal do Banco Inter usa um certificado diferente dos que foram revogados, emitido em 29 de abril pela DigiCert. Porém, se os certificados antigos estivessem válidos, golpistas poderiam criar sites clonados do Banco Inter caso pudessem redirecionar o acesso ao banco. Um cenário, por exemplo, seria o de redes Wi-Fi abertas. Essas redes são vulneráveis a ataques de redirecionamento, mas, caso criminosos tentem redirecionar um site de um banco em uma rede Wi-Fi aberta, o correntista receberá um alerta de segurança informando que o certificado do site não pôde ser verificado. Porém, como o certificado do Banco Inter vazou, é possível criar uma página clonada perfeita, usando o certificado legítimo do próprio banco.É por isso que certificados digitais que vazam precisam ser revogados, independentemente de ainda estarem ou não em uso.Não está claro se foi o banco que solicitou a revogação do certificado ou se alguém em posse dos certificados denunciou o vazamento às autoridades certificadoras.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Windows: formatar o PC é a maneira mais eficiente de eliminar vírus?

(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Formatar o PC é a maneira mais eficiente eliminar vírus?  Olá, Ronaldo! Eu tenho percebido que o meu PC está mais lento, e por esse motivo estou desconfiado que ele está com vírus. A minha dúvida é sobre se devo formatar o PC, essa é a maneira mais eficiente de resolver o problema? Nelson   Olá, Nelson! A reinstalação do Windows, deve ser o último recurso a ser recorrido para a resolução de problemas do PC. A "formatação" resolve praticamente todos os problemas, pois através dela o sistema será reinstalado como se o PC tivesse saído da fábrica. Porém, esse procedimento não permitirá que seja feito um diagnóstico sobre o problema, e por esse motivo não será possível criar uma rotina de prevenção. Alguns técnicos de informática preferem adotar essa estratégia, porque ela é menos dispendiosa, mas não significa que seja a melhor maneira de eliminar vírus.   >>> Cabo USB genérico pode estragar o celular? Usar cabo USB genérico pode comprometer o carregamento da bateria do celular ou estragar o celular? Mônica   Olá, Mônica! Usar cabo USB de procedência duvidosa pode representar um risco de acidente, quando for de baixa qualidade. Isso não significa que ele irá danificar o celular só por ter sido usado, o problema é que o carregamento total da bateria poderá demorar mais do que o necessário. A durabilidade de cabos genéricos tende a ser inferior, devido a qualidade do material utilizado. É possível identificar cabos e carregadores defeituosos, através de um aplicativo. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já mostrou em detalhes como usá-lo, confira a dica completa nesse link (aqui).   >>> Como desbloquear o IMEI de celular que foi recuperado? Olá, Ronaldo! Eu perdi o meu celular e fui na delegacia fazer o boletim de ocorrência, mas consegui acha-lo depois. Então voltei lá e pediram a liberação do aparelho, porém já faz um mês isso e até agora o aparelho permanece bloqueado. Como devo proceder? Nicole Figueiredo   Olá, Nicole! Em teoria o procedimento deveria ser simples e ágil. Bastaria você ir numa loja da sua operadora de telefonia, fazer a solicitação do desbloqueio e fornecer os seguintes dados:  - Informar o número da linha; - RG e CPF do proprietário do titular da linha; - Nota Fiscal da compra do aparelho;   Se você não obtiver sucesso, canal de comunicação mais eficiente para que o problema resolvido é registrando queixa na ANATEL nesse link (aqui). Após a reclamação a Agência irá intermediar o processo com a sua operadora de telefonia.     Imagem: Reprodução/G1

Política

Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

 Hollerbach, um dos sócios de Marcos Valério, foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato. Ramon Hollerbach na época da prisão em 2013 Reprodução/TV Globo O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta terça-feira (31) que o ministro Edson Fachin rejeitou um pedido da defesa de Ramon Hollerbach para revisão criminal da pena na Ação Penal 470, o mensalão do PT. Ainda de acordo com o Supremo, os advogados de Hollerbach pretendiam desconstruir parte da condenação dele e absolver o publicitário, um dos sócios de Marcos Valério; ou como alternativa, tentaram a revisão da pena privativa de liberdade. A defesa alegou que, com a absolvição dos réus quanto ao crime de quadrilha, ficou definitivamente rechaçada a tese do mensalão, conforme o STF. O relator considerou que o pedido ?não se funda em novas provas descobertas após a condenação, bem como que os argumentos e fatos que a defesa pretendeu comprovar não são aptos a desconstituir, ainda que parcialmente, o título condenatório?. O advogado Estevão Ferreira de Melo afirmou que vai recorrer da decisão, assim que for intimado oficialmente. Ele disse ainda que novas ?provas robustas? foram apresentadas para a redução da pena e o ministro as desconsiderou. Ramon Hollerbach foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato no mensalão do PT cumpre pena na Associação de Proteção ao Condenado (Apac) de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

Banqueira foi condenada à prisão pelo tribunal, em 2012, no julgamento do mensalão. Benefício foi concedido pelo ministro Luís Roberto Barroso, responsável pela execução das penas. Kátia Rabello estava cumprindo prisão em regime aberto desde novembro do ano passado Reprodução/TV Globo O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício da liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, condenada no julgamento do mensalão por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas. Kátia Rabello foi condenada pelos ministros do STF, em novembro de 2012, a 16 anos e 8 meses de prisão por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta de instituição financeira. Posteriormente, a Corte acolheu um recurso da defesa da banqueira e excluiu o crime de formação de quadrilha, cuja pena havia sido definida em 2 anos e três meses. Com esta mudança, a pena da ex-presidente do Banco Rural ficou fixada em 14 anos e 5 meses de prisão. Ela começou a cumprir a pena de 14 anos de prisão em novembro de 2013, progrediu para o semiaberto (no qual somente dorme na prisão) em dezembro de 2015 e passou para o regime aberto (onde cumpre pena fora da prisão) em novembro do ano passado. Na liberdade condicional, o condenado continua em liberdade até o final de sua pena, que pode ser extinta posteriormente se não voltar a cometer crimes e caso se apresente regularmente à Justiça. Relator da execução penal do processo do mensalão, o ministro Luís Roberto Barroso registrou na decisão que autorizou a ex-banqueira a cumprir prisão condicional que Rabello cumpriu todos os requisitos para obtenção do benefício, como, por exemplo, se sustentar com trabalho honesto. ?Se trata de requerente primária e de bons antecedentes, havendo nos autos atestado carcerário emitido pelo Complexo Penitenciário Feminino de Belo Horizonte/MG, no sentido de que não consta registro de cometimento de falta disciplinar em desfavor da sentenciada?, escreveu o ministro em trecho da decisão.

Ex-funcionária de Valério obtém liberdade condicional após 3 anos presa

Simone Vasconcelos foi condenada no julgamento do mensalão a 12 anos e 7 meses por corrupção, lavagem e evasão; MP recomendou benefício por bom comportamento. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso concedeu liberdade condicional a Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério, apontado como operador do esquema de corrupção conhecido como mensalão. Com a decisão, proferida na semana passada, Simone deixa de cumprir o restante da pena na prisão, desde que atenda a uma série de condições determinadas pela Justiça. No julgamento do mensalão, ela foi condenada a 12 anos, 7 meses e 20 dias de prisão. No início de novembro, já havia cumprido os requisitos para obter o livramento: passou 3 anos na prisão e trabalhou por quase 1 ano e 3 meses, obtendo redução no total da pena. O livramento condicional foi recomendado pelo próprio Ministério Público, responsável pela acusação. Além do tempo presa, Simone Vasconcelos recebeu atestado de bom comportamento no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto e de bom desempenho no trabalho. Desde julho de 2015, ela passou a trabalhar numa clínica de fisioterapia em Belo Horizonte. Por fim, a ex-funcionária de Marcos Valério apresentou uma carta de concessão de aposentadoria demonstrando que seria capaz de prover a própria subsistência. Condenada por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Simone Vasconcelos se entregou à polícia em novembro de 2013, após a rejeição de recursos contra a condenação apresentados ao STF. Ela chegou a ser levada para Brasília, onde ficou detida até dezembro, quando foi transferida para a capital mineira.

STF autoriza condenado no mensalão a passar para regime semiaberto

Empresário Cristiano Paz foi condenado a 23 anos de prisão no processo. Ele cumpriu um sexto da pena e alegou que não pode arcar com multa. O ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o empresário Cristiano Paz, condenado do processo do mensalão do PT e que cumpria pena em regime fechado, a mudar para o semiaberto, quando é possível pedir autorização para trabalhar fora da cadeia durante o dia. Ex-sócio de Marcos Valério, Paz foi condenado a 23 anos, 8 meses e 20 dias pelos crimes de corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Atualmente, ele cumpre pena no presídio de Nova Lima (MG).   Conforme parecer do Ministério Público Federal, Cristiano Paz alcançou direito à progressão de regime em julho deste ano, após cumprir um sexto da pena, considerados no cálculo também os dias remidos por trabalho ou estudo para a contagem de tempo. Com isso, Barroso acolheu os argumentos do MPF e autorizou a progressão de regime. O ministro, porém, afirmou na decisão que o empresário ainda não pagou a multa imposta no julgamento do mensalão do PT. Ele explica que a pena de multa é "componente essencial e proeminente" e que, caso o condenado não pague, isso impede a progressão de regime. Apesar disso, Barroso explica no despacho que Paz comprobou por meio de documentação apresentada no pedido de progressão que não tem capacidade financeira para pagar a multa, que, atualmente, é de R$ 6,18 milhões. Segundo o ministro, na medida em que o sentenciado declara sua impossibilidade econômica de arcar com o valor da multa e o procurador-geral da República concorda com o deferimento da progressão, a questão do não pagamento ?voltará a ser apreciada com o devido rigor? quando for considerado eventual preenchimento dos requisitos da progressão para o regime aberto.

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